Para constar, saiu uma entrevista e citações minhas, no blog do escritor MAICON TENFEN.
Segue link:
http://www.clicrbs.com.br/blog/jsp/default.jsp?source=DYNAMIC,blog.BlogDataServer,getBlog&pg=1&template=3948.dwt&tipo=1§ion=Blogs&p=1&coldir=2&espname=jsc&blog=690&topo=4254.dwt&uf=2&local=18
Domingo, 31 de maio de 2009
Projeto Túneis - 2
Quando iniciei essa história dos Misteriosos Túneis de Blumenau, recebi vários e-mails de pessoas ou grupos que em algum momento resolveram sair a campo e fazer investigações por conta própria. Um deles foi um ex-aluno cujo nome omito para protegê-lo de complicações, pois os dados que ele me passou são verdadeiramente intrigantes. Segundo ele, o morro atrás do Shopping Neumarkt é o lugar mais estranho a que chegaram depois de “interrogar” os habitantes mais antigos de Blumenau. No parque que existe na área, no meio do mato, entre um bambuzal, há uma espécie de entrada subterrânea fechada por cimento, “o mesmo de que foi feito o Colégio Sagrada Família”. Mas por que a boca de um túnel lá atrás, tão longe, no meio do nada?
Como sempre, as explicações começam no Teatro Carlos Gomes. Como citei no outro post, pelo menos um túnel viria do rio até os porões do palco, dali a passagem se estenderia até o Colégio Santo Antônio, depois ao Sagrada Família e, dali, numa bifurcação, ao Pedro II e ao meio do mato, mais precisamente atrás de onde hoje fica o shopping. As conspirações nazistas entram rapidamente na história. Construído com dinheiro vindo da Alemanha hitlerista, o teatro possui uma fachada em forma de quepe e uma sacada que seria o púlpito ideal para um discurso do Führer caso ele vencesse a guerra e começasse a visitar as colônias germânicas espalhadas pela América do Sul. Os túneis serviriam como rotas de acesso, para evitar atentados, ou de fuga, caso algum imprevisto acontecesse.
Para complementar sua teoria, meu ex-aluno conversou via net com um experiente pesquisador da história local. Reproduzo abaixo o diálogo dos dois, com algumas adaptações e a exclusão de fragmentos nos quais aparecem os nomes de pessoas que não autorizaram as citações.
Estudante: Bom dia.
Pesquisador: Bom dia.
Estudante: Primeiramente, gostaria de parabenizá-lo pelo excelente trabalho que o senhor vem realizando sobre a história e o povo de Blumenau.
Pesquisador: Agradeço pelas palavras de carinho.
Estudante: Acredito que o senhor já tenha ouvido falar dos túneis que cortam o centro da cidade. Essa história é verídica?
Pesquisador: Na minha opinião, é sim. Entretanto, há muitas lendas obstruindo a verdade dos fatos.
Estudante: Há algumas coisas aí que me deixam com a pulga atrás da orelha.
Pesquisador: Quais são?
Estudante: Em primeiro lugar, dizem que o túnel na frente do shopping não foi escavado, ele já existia e apenas deram uma “melhorada”. O senhor se recorda das obras?
Pesquisador: Sim. Realmente, esse era o comentário da época.
Estudante: Em segundo lugar, quando houve a reurbanização da Rua XV de Novembro, havia lá pessoal do exército dando uma “verificada” nas obras. Por que o interesse em obras que nada tinham a ver com o serviço militar?
Pesquisador: Nunca entendi esse fato.
Estudante: No livro Mein Kampf, Hitler fala que viria para uma colônia alemã fora da Europa e que essa colônia era Blumenau.
Pesquisador: Sim, verdadeiro.
Estudante: O Teatro Carlos Gomes visto de cima é um capacete alemão.
Pesquisador: Também verdadeiro.
Estudante: Há cerca de três anos, haveria um recital no Carlos Gomes organizado por um colega meu. Infelizmente, choveu muito naquele dia, e o pessoal do Corpo de Bombeiros não permitiu que se realizasse no local o recital. Motivo? A parte subterrânea do Carlos Gomes estava cheia de água. Se o senhor for ao teatro e perguntar sobre essa parte subterrânea, eles negam, dizem que não existe. Mas quando o Corpo de Bombeiros deu a notícia, eu estava junto e ouvi claramente que os “porões” estavam alagados e que a realização do recital seria perigosa.
Pesquisador: Negam, sim. Já consultei muita gente sobre isso. Ficam chateados e pedem para mudar de assunto. Afirmam que nada disso é verdadeiro, apenas coincidências.
Estudante: Caso seja verídico, há uma possibilidade de confirmar minha teoria. Hitler daria um discurso no Carlos Gomes. Caso houvesse algum problema, ele fugiria pelos túneis. Procuraria abrigo no Colégio Santo Antônio que, por pertencer à Igreja, não poderia ser invadido. Depois seguiria até o Sagrada Família e por fim sairia no morro atrás do shopping.
Pesquisador: Sua afirmação pode ser correta, mas é preciso cuidado. O que me intriga é que as pessoas a quem pergunto sobre isso sempre dão um jeito de desconversar.
Estudante: O senhor soube que agora, nas obras realizadas no Castelinho, foram encontrados vários documentos, munição e objetos ligados ao nazismo?
Pesquisador: Soube, sim.
Estudante: Sabe-se que Blumenau abrigou muitos nazistas que fugiram depois da Segunda Guerra Mundial.
Pesquisador: Ouvi falar sobre isso, mas não há provas concretas.
Estudante: O senhor acha que toda essa história é lenda ou verdade?
Pesquisador: Muita coisa é lenda, mas acho que alguma verdade existe. Mas quais são as verdades? Infelizmente, não posso contribuir muito com você, pois as respostas nunca me foram dadas com clareza. Gosto de fazer um trabalho baseado em certeza, não em dúvida, mas acho importante essa pesquisa. Parabéns a você que dará continuidade a esse assunto que faz parte da nossa cultura e história. Um forte abraço.
Aguardem mais revelações nos próximos posts.
Para Provar, caso alguém duvide que o tal "estudante" é a minha pessoa, segue e-mail enviado ao Maicon:
Subject: Túneis Blumenau.
From: bruno@... (apaguei pq é meu e-mail da empresa)
Date: May 14, 2009 10:03:01 AM GMT-03:00
To: maicon.tenfen@santa.com.br
Grande Maicon,
Vamos lá...
Vou começar por dizer que eu e alguns amigos a um tempo atras resolvemos pesquisar sobre os túneis e tentar achar as tais entradas...
O Lugar mais entranho que agente achou foi no morro do shopping, lá no parque, no meio do nada, na verdade fica entre o shopping e a cerca que começa o parque (tem que entrar escondito ali, pular a cerca), bem lá no meio, entre alguns bambus, tem como se fosse uma entrada no meio do mato fechada por cimento, sabe aquele cimento que foi feito o Sagrada Família? Bem antigo, então... Muito estranho. Na verdade vou te contar por onde acreditamos que pasam os túneis...
Inicio no teatro, saídas pelo Rio (teatro tem algo interessante, a um certo tempo atras agente iria tocar no teatro e neste dia choveu muito cancelaram nossa apresentação, como eramos amigos de quem estava organizando o motivo dado pelos bombeiros, "abaixo do teatro "há porões" e estão todos inundados, isso pode causar sei lá o que na estrutura" estranho não? Porões tão fundos assim? Abaixo do teatro? No subsolo? Isso é fato, ocorreu de verdade) voltando aos túneis, tunel passando pela Igreja Matriz (Santo Antonio), passando pelo Sagrada se extentendo até naquele hotel no inicio da XV (Grande Hotel? não recordo o nome) se tu olhar ali sai uma tubulação gigante, e se perceber naquele corrego que desemboca ali umas entradas estranhas assim, a esses túneis tb iriam até a entrada do daquele bairro que sobe pro morro da compania que não recordo o nome e lógico o tunel subindo ao morro atras do shopping, pois tem uma visão privilegiada (Meu Pai é alemão, sou filho adotivo, então ele conhecia mtos alemães aqui em Blumenau, conta ele que naquelas casas antigas ali daquele bairro ele já visitou, e uma vez um amigo dele mostrou um porão cheio de coisas Nazistas e neste porão tinha uma entrada para o subsolo, estranho não?" E nesta história do Nazistas em Blumenau meu Pai conta que tinha um cara, até posso perguntar para ele o nome, o cara era nazista, veio fugido aqui para blumenau com documento de padre ou algo ligado a igreja eu sei que o fim do cara foi ele se matando.
Acho que uma pessoa que eu já conversei (e até vou te colocar um e-mail que mandei para ele a mto tempo atras) e pode te ajudar, pq ao contrario da Petri que tem o rabo preso e nunca fala nada cheguei a marcar uma reunião com ela no acervo histórioco sem exito, pode te dizer algumas coisas interessante é o Aldaberto Day (http://adalbertoday.blogspot.com/) aqui segue a cópia do e-mail, vou te enviar o e-mail original.
Segue e-mail enviado a ele:
De: Adalberto e Dalva Day (familiaday@terra.com.br)
Enviada: quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008 14:12:58
Para: brunohellmann@hotmail.com
Bom dia Bruno
Bom dia Sr. Adalberto.
Tudo bem?
Tudo Bem
Primeiramente gostaria de parabeniza - lo pelo trabalho realizado pelo Sr. no seu blog.
E gostaria de questionar algo, pois acredito que o Sr. deve saber melhor do
que muita gente.
- Te agradeço pelas palavras de carinho
Acredito que o Sr. já deva ter ouvido falar sobre os túneis que "cortam" o
centro de Blumenau. O Sr. que estuda e tem acesso a tantos documentos, é
verídica essa história?- Na minha opinião é sim, porém algumas coisas são lendas.
Pois se o Sr. observar tem alguns pontos que me deixam sempre com a "pulga
atrás da orelha".
SIm exatamente
Seguem eles:
1-) O túnel na frente do shopping não foi escavado, ele já "existia" eles
apenas deram uma melhorada, o Sr. se recorda das obras?
Sim - realmente este era o comentário da Época.
2-) Quando houve a reurbanização da rua XV de novembro, havia lá pessoal do
exército dando uma "verificada" nas obras. Pq o interesse do exército em
obras que não tinham nada haver com o exército?
Nunca entendi deste fato.
3-) No livro Mine Kampf Hittler fala que veria para única colônia alemã fora
da Europa e esse lugar seria Blumenau.
Sim verdadeiro
4-) O Teatro Carlos Gomes visto de cima é um capacete alemão.
Também verdadeiro
5-) A cerca de 3 anos teria em Blumenau um recital no Carlos Gomes
organizado por um colega meu, infelizmente no dia deu tanta chuva que o
pessoal do corpo de bombeiros não deichou que se realizasse no local o
recital, o motivo, a parte subterrânea do Carlos Gomes estava toda cheia de
água.Se o senhor for no Teatro e perguntar sobre está parte subterrânea eles
negam e dizem que não existe. Mais quando o corpo de bombeiros deu a notícia
eu estava junto e ouvi claramente que a parte subterrânea estava toda
alagada sendo assim não poderia ter o recital, pois era perigoso e etc.
Negam sim, eu sou amigo do Presidente Ricardo Stodieck, quando consulto ele sobre esses assuntos, ele fica chateado e pede para mudar de assunto. Me afirmou não ser nada verdadeiro, apenas coincidências.
6-) Caso for verídico esse assunto segue minha teoria:
Hittler (ou alguém do poder na época) daria o discurso no Carlos Gomes caso
houvesse alguma coisa ele fugiria pelos túneis, primeiro local a ser
abrigado seria no Bom Jesus antigo Santo Antonio (por ser um local de padres
não poderia ser atacado) o túnel segue até o Sagrada Família ao lado do
hospital, que tb liga ao morro que dá atrás do Shopping local mais alto no
centro de Blumenau dando uma visão privilegiada seguindo o túnel até... e
por ai segue. Pode ser correto sua afirmação, mas não sei porque se nega essas informações. Já conversei com a Sueli Petry sobre este assunto, ela diz não ser verdadeiro... e desconversa
7-) Sr. sabe que agora nas obras realizadas no Castelinho foram encotrados
vários documentos, munição e coisas ligadas ao nazismo. Soube sim
8-) Sabe-se que Blumenau abrigou muitos nazistas que fugiram na segunda
guerra, esses vieram a Blumenau com documentos falsificados de Padres,
freras... Ouvi falar sobre isso, mas nunca tive certeza
9-) Estudei anos no Sagrada Família e aquele colégio é um labirinto.
Sim- minha esposa e filha estudaram lá, e dizem ter visto algo parecido mas que é proibido o acesso.
O que o Senhor acha dessa história lenda ou verdade?
Muita coisa é lenda, mas acho sim que alguma verdade existe. Mas quais são verdades? Também se você observar, o prédio em frente ao Castelinho - que também era da Moellmann - foi desenhado com siglas creio nazistas. Acho que vamos acabar morrendo sem saber da verdade...é difícil, quem sabe,não quer falar, e sempre haverá duvidas, lenda ou verdade...até que ponto. Infelizmente não posso contribuir pois pouco acesso tive, e as respostas nunca foram me dadas, estou na mesma situação que você. Eu estou fazendo um trabalho baseado em certeza, e não em duvidas, mas acho muito importante essa pesquisa, parabéns a você que dará continuidade sobre este assunto, que faz parte de nossa cultura e história, porque não. Quando souber de alguma coisa mais concreta, lhe mando um e mail, está aqui em meus favoritos. Sou amigo de muitos que possam passar essas informações, porém como coloquei, não querem falar sobre este assunto e dizem ou afirmam que nada é verdadeiro.
Um forte abraço e obrigado por ver nosso blog.
Adalberto Day
Existem outros fatos que acredito apontarem para a veracidade dessa história
(não posso me estender muito no e-mail pois estou no trabalho), caso o Sr.
se interesse em debater tais questões meu celular é 8403 5272.
Ou me manda um e-mail que já ficaria grato.
Grande abraço.
Maicon, seguinte, essa hisória do teu blog dos Nazi, tu invento ou é verdade!?
Poww tais fazendo muito suspense meu, libera ai as informações!!!
Outra coisa, segue meu celular (47) 8403... - que tu acha de juntar uma galera e sair fussando por ai as entradas!? Aquela do shops eu sei direitinho onde ficava já é uma para se olhar e discutir o pq dela estar ali?
As outras, sabe se lá né?
Ahh ia esquecendo, tem aquela entrada ali do Pedro Segundo, tu estando na frente do IBIS e olhando para o Pedro quase em frente onde fica a Tia do Cachorro quente, parece ser um depósito, então, ali dizem que tem outra entrada. Acho que eles chamam de Ginastico.
Maicon, nesta comunidade http://www.orkut.com.br/Main#CommTopics.aspx?cmm=1470361 a um tempo atras tinha uns tópicos interessates, como estou no trabalho não tenho posso ficar fussando ali, e ver se ainda existem os tópicos bons, pq tem muito lixo também.
De inicio é isso, vou ver em casa se ainda tenho algumas anotações que fizemos qndo resolvemos pesquisar sobre os túneis...
Já estou lhe enviando o e-mail original do Adalberto.
Abraço Maicon.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Só para não perder...
Chilenos:
GRANDES MEDALHAS DE OURO
• Estampa-Syrah, Cabernet Sauvignon e Merlot 2005
• Arboleda Carmenère 2005
• Caliterra Tribute Carmenere,2205
• Santa Amália Samana Carmenère Reserva (ao qual dei 87 pontos)
• Ravanal Carmenère
• Miguel Torres Santa Digna Cabernet Sauvignon
• Apaltagua Tutunjian Pacifico Sur
• Valdivieso Reserva Merlot (ao qual dei 91 pontos)
• Botalcura El Delírio Cabernet Sauvignon
• Gran Araucano Chardonnay
• Falernia Carmenère-Syrah Reaserva
• Willian Cole Mirador Selection Sauvignon Blanc
MEDALHAS DE OURO
• Tabali Chardonnay Reserva Especial
• Viu Manent Secreto Sauvignon Blanc
• Três Palácios Merlot Reserva
• Três Palácios Cholqui Merlot
• Viñedos Emiliana Syrah Reserva Especial
• Errazuriz Max Reserva Cabernet Sauvignon
• Apaltagua Estate Carmenère
• Bisquertt Casa La Joya Reserva Merlot
• El Aromo Reserva Privada Carmenère
• Errazuriz Ovalle Panul Reserve Oak Aged
• Errazuriz Ovalle Panilongo Carmenère
• Caliterra Tribune Cabernet Sauvignon
• Errázuriz Max Reserva Shiraz
• Sol de Chile Syrah Reaserva
• Viña Balduzzi Cabernet Sauvignon Reserva
• Cremaschi Furlotti Tierra del Fuego Syrah Gran Reserva
• Santa Helena Premium Varietal Shiraz
• Valdivieso Grand Brut Sparkling Wine
• Casa Silva Colección Carmeenère (ao qual dei 91 pontos)
• Casa Silva Gran Reserva Los Lingues Carmenère
• Undurraga Aliwen Reserva Cabernet Sauvignon-Merlot
• Casa Silva Doña Dominga Reserva Shiraz
• Casablanca Nimbus Cabernet Sauvignon
• Cremaschi Furtoti Edicción Limitada da Família
• Casa Silva Sauvignon Gris
• Errazuriz Ovalle Véo Grand Carmenère
• Errázuriz Ovalle Tricyclo Merlot-Cabernet Sauvignon-Malbec
• Caliterra Tribune Malbec
• Viña Sutil Limited Release Carmenère
• Lagar de Bezana Syrah Edición Limitada
• Errazuriz Ovalle VEO Ultima Syrah
• Peralillo Arenal Carmenère (ao qual dei 88 pontos)
• Haras de Pirque Equus Cabernet Sauvignon
• Três Palácios Sauvignon Blanc Reserve
• Bisquerrt Casa La Joya Reserva Sauvignon Blanc
• Leyda Vintage Selection
• Viña Indômita Reserva Chardonnay
• Viu Manent Carmenère Reserva
• Casa Silva Doña Dominga Reserva Sauvignon Blanc
• Casa Silva Doña Dominga Gran Rserva Andes Vineyards Carmes
• Ramirana Reserva Cabernet Sauvignon-Carmenère
• Bisquerttt Casa La Joya Gran Reserva Carmenère
• Aresti Reserva Syrah
• La Ronciere Nudo Cabernet Sauvignon
• Butron Budinich Cumbres Andinas Reserva Cabernet
• Luis Felipe Edwards Sauvignon Blanc Gran Reserva
• Espiritu de Chile Gran Reserva Cabernet Sauvignon
• Viu Manent Secreto Syrah
• Luis Felipe Edwards Shiraz Gran Reserva
ARGENTINA
Em Mendoza, foram outorgadas 10 medallas gran oro; 48 de ouro e 76 de prata.
GRAN ORO
• El Porvenir de Los Andess Laborum Malbec 2005
• Norton Perdriel Centenário 2003
• Lagarde Henry Cabernet Sauvignon 2003
• Cellarworld Argentina Casa Puel Solares 2005
• D.V. Catena 2005
• Família Blanco Mairena2005
• Trapiche Broquel 2005
• Lagarde Reserva Cabernet Sauvignon 2005
• Bodegas y Viñedos Renacer 2003
• Casa Vinícola Reyter Château L´Hermitage Pinot Noir 1995.
OURO
• Viña de Jose Blanco2005
• Torrontes Reserva Tamari 2006
• Kaiken Cabernet 2005
• Nieto Senetiner Malbec DOC 2005
• Carlos Balmaceda Arroba 2004
• Bodega Ruca Malen Kinien Malbec 2004
• El Porvenir de Los Andes Laborum 2005
• Bodegas Septima Septima Noche 2996
• Bodega NQN Malma Malbec 2005
• Bodega RJ Viñedos Joffre y Hijas Premium 2004
• Navarro Correas Structura 2004
• Domínio de Plata Susana Balbo 2005)
• Bodegas Nieto Senetiner Don Nicanor 2005
• Navarro Correas Alegoria Malbec 2004
• Cinco Tierras Bonarda 2006
• Colomé Malbec Estate 2005
• Clos de Chacras Gran Estirpe 2005
• Eclipse Malbec Roble 2004
• Alta Vista Premium Torrontes 2006
• Bodega J & F Lurton Varietal Pinot Gris 2007
• Bodega J&F Lurton Flor de Torrontes 2007
• Serrera Gran Guarda 2005
• Pulenta Gran Cabernet Franc 2005
• Bodegas Santa Ana La Mascota Cabernet Sauvignon
• Domínio de Plata BenMarco Expressivo 2005
• La Riojana Cooperatriva Vinícola Valdeviñas Reserve Malbec 2006
• Septima Reserva 2004
• Trapiche Iscay 2005
• Finca Lugilde Goulard Paris Goulard Reserva2005
• Bodega Etchart Cafayate 2006 (9,3)
• Cellarwood Argentina Jelu Torrontes 2007
• Serrera Moments 2006
• Santa Faustina Finca de los Lírios de los Andes 2005
• Bodega NQN Picada 15 2005
• Casa Vinícola Reyter Alto Hermitage 2005
• Bodega del Fin del Mundo Reserva Malbec 2005
• Viñas del Adágio Estiba Reserva 2003
• Bodegas Nieto Senetiner Occasionale 2003
• Carinae El Galgo 2006 )
• Eclipse Aconcagua Malbec Roble 2004
• Bodega Los Domados-Lobuno 2004
• Bodega Bressia Conjuro2004
• Bodega ruça Malen Cabernet Sauvignon 2005
• Domínio del Plata Susana B Brioso 2005
• Norton Malbec Reserva 2004
• Finca La Chamiza Martin Alsina 2005
• Viniterra Carmenère Select 2005
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ARGENTINA
Em Mendoza, foram outorgadas 10 medallas gran oro; 48 de ouro e 76 de prata.
GRAN ORO
• El Porvenir de Los Andess Laborum Malbec 2005
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• D.V. Catena 2005
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• Trapiche Broquel 2005
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• Casa Vinícola Reyter Château L´Hermitage Pinot Noir 1995.
OURO
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• Torrontes Reserva Tamari 2006
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• Trapiche Iscay 2005
• Finca Lugilde Goulard Paris Goulard Reserva2005
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• Bodega NQN Picada 15 2005
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quinta-feira, 28 de maio de 2009

Salve salve rapaziada,
BANDA MALUNGO - FUNKMANGUESAMBAFUNKROCK.
Notinhas que sairam da gente de ontem pra hoje:
http://www.clicrbs.com.br/jsc/sc/impressa/4,1124,2525016,12406
http://www.hagah.com.br/cultura/jsp/default.jsp?newsID=DYNAMIC,com.rbs.hagah.EventDetailsDataServer,detalhes&template=3055.dwt&uf=2&local=18®ionId=13&produto=roteiros&ingrid=383671&date=3&category=4®ion=R13&query=
http://waves.terra.com.br/novo/layout4.asp?id=36520&sessao=46
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Crítica: Peça Volúpia por Bruno Hellmann.
Um texto sólido, direção muito bem feita, iluminação me agradou muito, adoro esta história de focar as cenas com uma luz forte e o escuro tomando conta do resto do "palco". Me lembrou uma peça do Balé da Cidade de São Paulo, que trabalha com essa dinâmica de luz, chamada a Linha Curva (vale apena assistir). Link abaixo dos comentários.
Voltando a peça...
Nesta nossa sociedade judaico-cristã em que nos encontramos, com cabecinha provinciana que é Blumenau, notava-se a inquietude do público, os rostos de espanto, enquanto os se despiam em pleno palco.
A peça explorando os desejos mais ocultos de cada um dos seis personagens, presos às suas próprias insanidades. Incrível, como o autor consegue chegar a este ponto.
Nós, espectadores, somos “jogados” para um outro mundo, o mundo de um cabaré insano, onde as cores intensas do vermelho se juntam com o preto e se misturam com a cor da pele, criando todo um clima.
Sem contar o final da peça... Inesperado, uma obra-prima! Considerações especiais à atriz que interpretou muito bem o papel.
E o toque final, ou quem sabe, o toque principal da peça: ter sido encenada em forma de “arena”, proporcionando uma interação única com o público.
Link: A Linha Curva:
http://www.youtube.com/watch?v=2W8VX9a5daE&eurl=http%3A%2F%2Fwww%2Eorkut%2Ecom%2Ebr%2FFavoriteVideos%2Easpx%3Fuid%3D11118473446222394883%26na%3D3%26nst%3D56%26nid%3DdWlkXzExMDE1NTg1M3xmdF92a&feature=player_embedded
Bruno Hellmann
27 de maio de 2009.
P.s.: Não percam essa peça.
Um texto sólido, direção muito bem feita, iluminação me agradou muito, adoro esta história de focar as cenas com uma luz forte e o escuro tomando conta do resto do "palco". Me lembrou uma peça do Balé da Cidade de São Paulo, que trabalha com essa dinâmica de luz, chamada a Linha Curva (vale apena assistir). Link abaixo dos comentários.
Voltando a peça...
Nesta nossa sociedade judaico-cristã em que nos encontramos, com cabecinha provinciana que é Blumenau, notava-se a inquietude do público, os rostos de espanto, enquanto os se despiam em pleno palco.
A peça explorando os desejos mais ocultos de cada um dos seis personagens, presos às suas próprias insanidades. Incrível, como o autor consegue chegar a este ponto.
Nós, espectadores, somos “jogados” para um outro mundo, o mundo de um cabaré insano, onde as cores intensas do vermelho se juntam com o preto e se misturam com a cor da pele, criando todo um clima.
Sem contar o final da peça... Inesperado, uma obra-prima! Considerações especiais à atriz que interpretou muito bem o papel.
E o toque final, ou quem sabe, o toque principal da peça: ter sido encenada em forma de “arena”, proporcionando uma interação única com o público.
Link: A Linha Curva:
http://www.youtube.com/watch?v=2W8VX9a5daE&eurl=http%3A%2F%2Fwww%2Eorkut%2Ecom%2Ebr%2FFavoriteVideos%2Easpx%3Fuid%3D11118473446222394883%26na%3D3%26nst%3D56%26nid%3DdWlkXzExMDE1NTg1M3xmdF92a&feature=player_embedded
Bruno Hellmann
27 de maio de 2009.
P.s.: Não percam essa peça.
terça-feira, 12 de maio de 2009
KER THAN
Uma ampla análise de DNA dos africanos revelou um quadro detalhado sobre a rica diversidade genética da África, bem como traços de sua história evolutiva e das migrações dos diferentes grupos. O trabalho pode ajudar cientistas a identificar as populações mais diversificadas, para novos estudos, e melhorar suas chances de localizar variações genéticas associadas a doenças.
Executado por uma equipe internacional de cientistas ao longo de quase uma década, o estudo sugere que os africanos se tenham originado de 14 grupos ancestrais que se misturaram livremente para resultar nas populações hoje existentes. Os pesquisadores também constataram que os negros dos Estados Unidos tendem a ter ancestrais do oeste da África, como seria de esperar tendo em vista a história do comércio de escravos.
Os pesquisadores baseiam seus resultados em amostras de DNA de mais de 100 negros norte-americanos e de 2,4 mil africanos de todo o continente. "O escopo dos dados é realmente extraordinário", diz Molly Przeworski, geneticista populacional da Universidade de Chicago, em Illinois, que não participou do trabalho. "Não sabíamos tanto quanto deveríamos sobre a genética populacional africana, e agora demos um passo importante nesse sentido".
Genes e idiomas
Os seres humanos modernos evoluíram inicialmente na África cerca de 200 mil anos atrás, antes de migrar para outras partes do mundo. Hoje, a África apresenta mais de dois mil grupos étnicos e idiomáticos diferentes. Mas os estudos genéticos sobre os africanos estavam limitados a pequenos números ou a áreas restritas do genoma. Ainda que os geneticistas soubessem que os africanos demonstram mais diversidade genética dentro de seus grupos do que é comum entre não africanos, os detalhes das variações internas do genoma em muitas populações eram incertos.
Uma equipe comandada pela geneticista Sarah Tishkoff, da Universidade da Pensilvânia em Filadélfia, agora publicou um estudo que inclui amostras de DNA de 2.432 africanos, de 113 populações, entre as quais grupos na Nigéria, Camarões, Tanzânia, Quênia e Sudão, e mais amostras não asiáticas do Iêmen. Eles observaram as diferenças em 1.327 pontos do genoma e combinaram os resultados a dados genéticos existes sobre oito grupos africanos e 59 não africanos. Depois, conduziram análises estatísticas para combinar os indivíduos por semelhança genética e determinar seus antecedentes.
Os resultados confirmam que os africanos têm a maior diversidade dentro de uma mesma população, e sugere que se tenham originado de 14 grupos de ancestrais. A maioria das populações africanas parece mostrar traços genéticos de múltiplos grupos, o que sustenta indícios linguísticos e arqueológicos encontrados sobre migrações continentais que teriam resultado nessas misturas.
A análise também sugere que os nômades de diferentes regiões e culturas podem ser descendentes de uma mesma população ancestral. As pistas genéticas em geral são compatíveis com os dados de etnia e idioma, se bem existam exceções em casos de grupos que perderam ou substituíram seus idiomas. A revista Science publicou o estudo.
Mapa da diversidade
Embora os resultados gerais não surpreendam, o estudo oferece visão detalhada da variação genética em grande número de populações africanas, diz Noah Rosenberg, geneticista da Universidade do Michigan em Ann Arbor, que pretende colaborar com Tishkoff. "Eles demonstram a grande diversidade que existe na África", diz.
A equipe também estudou o DNA de quatro populações de negros norte-americanos e descobriu entre 69% e 74% de antecedentes identificados com uma família linguística do oeste da África. A maioria dos indivíduos provavelmente apresenta antecedentes combinados de diversos grupos oeste-africanos, sugere a análise. Porque as diferenças são sutis, a equipe diz que sem mais dados genéticos pode ser difícil identificar as tribos específicas de origem dos norte-americanos negros.
David Reich, geneticista da escola de medicina da Universidade Harvard, em Boston, Massachusetts, diz que a pesquisa poderia ajudar cientistas a determinar que grupos africanos deveriam ser estudados mais a fundo posteriormente, a fim de capturar um panorama preciso sobre a profunda diversidade do continente.
"O estudo servirá como um mapa para viagens", disse Reich, que colaborou com Tishkoff. Ao tomar por objeto de estudo os grupos africanos mais divergentes, ele diz, os cientistas podem identificar um maior número de variantes genéticas conectadas a doenças.
Uma ampla análise de DNA dos africanos revelou um quadro detalhado sobre a rica diversidade genética da África, bem como traços de sua história evolutiva e das migrações dos diferentes grupos. O trabalho pode ajudar cientistas a identificar as populações mais diversificadas, para novos estudos, e melhorar suas chances de localizar variações genéticas associadas a doenças.
Executado por uma equipe internacional de cientistas ao longo de quase uma década, o estudo sugere que os africanos se tenham originado de 14 grupos ancestrais que se misturaram livremente para resultar nas populações hoje existentes. Os pesquisadores também constataram que os negros dos Estados Unidos tendem a ter ancestrais do oeste da África, como seria de esperar tendo em vista a história do comércio de escravos.
Os pesquisadores baseiam seus resultados em amostras de DNA de mais de 100 negros norte-americanos e de 2,4 mil africanos de todo o continente. "O escopo dos dados é realmente extraordinário", diz Molly Przeworski, geneticista populacional da Universidade de Chicago, em Illinois, que não participou do trabalho. "Não sabíamos tanto quanto deveríamos sobre a genética populacional africana, e agora demos um passo importante nesse sentido".
Genes e idiomas
Os seres humanos modernos evoluíram inicialmente na África cerca de 200 mil anos atrás, antes de migrar para outras partes do mundo. Hoje, a África apresenta mais de dois mil grupos étnicos e idiomáticos diferentes. Mas os estudos genéticos sobre os africanos estavam limitados a pequenos números ou a áreas restritas do genoma. Ainda que os geneticistas soubessem que os africanos demonstram mais diversidade genética dentro de seus grupos do que é comum entre não africanos, os detalhes das variações internas do genoma em muitas populações eram incertos.
Uma equipe comandada pela geneticista Sarah Tishkoff, da Universidade da Pensilvânia em Filadélfia, agora publicou um estudo que inclui amostras de DNA de 2.432 africanos, de 113 populações, entre as quais grupos na Nigéria, Camarões, Tanzânia, Quênia e Sudão, e mais amostras não asiáticas do Iêmen. Eles observaram as diferenças em 1.327 pontos do genoma e combinaram os resultados a dados genéticos existes sobre oito grupos africanos e 59 não africanos. Depois, conduziram análises estatísticas para combinar os indivíduos por semelhança genética e determinar seus antecedentes.
Os resultados confirmam que os africanos têm a maior diversidade dentro de uma mesma população, e sugere que se tenham originado de 14 grupos de ancestrais. A maioria das populações africanas parece mostrar traços genéticos de múltiplos grupos, o que sustenta indícios linguísticos e arqueológicos encontrados sobre migrações continentais que teriam resultado nessas misturas.
A análise também sugere que os nômades de diferentes regiões e culturas podem ser descendentes de uma mesma população ancestral. As pistas genéticas em geral são compatíveis com os dados de etnia e idioma, se bem existam exceções em casos de grupos que perderam ou substituíram seus idiomas. A revista Science publicou o estudo.
Mapa da diversidade
Embora os resultados gerais não surpreendam, o estudo oferece visão detalhada da variação genética em grande número de populações africanas, diz Noah Rosenberg, geneticista da Universidade do Michigan em Ann Arbor, que pretende colaborar com Tishkoff. "Eles demonstram a grande diversidade que existe na África", diz.
A equipe também estudou o DNA de quatro populações de negros norte-americanos e descobriu entre 69% e 74% de antecedentes identificados com uma família linguística do oeste da África. A maioria dos indivíduos provavelmente apresenta antecedentes combinados de diversos grupos oeste-africanos, sugere a análise. Porque as diferenças são sutis, a equipe diz que sem mais dados genéticos pode ser difícil identificar as tribos específicas de origem dos norte-americanos negros.
David Reich, geneticista da escola de medicina da Universidade Harvard, em Boston, Massachusetts, diz que a pesquisa poderia ajudar cientistas a determinar que grupos africanos deveriam ser estudados mais a fundo posteriormente, a fim de capturar um panorama preciso sobre a profunda diversidade do continente.
"O estudo servirá como um mapa para viagens", disse Reich, que colaborou com Tishkoff. Ao tomar por objeto de estudo os grupos africanos mais divergentes, ele diz, os cientistas podem identificar um maior número de variantes genéticas conectadas a doenças.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
A Organização das Nações Unidas (ONU) descreveu a situação no norte do Sri Lanka como um "banho de sangue" depois da divulgação de informações de muitas mortes entre civis durante o final de semana.
No domingo, um médico que trabalha na zona de guerra afirmou à BBC que pelo menos 378 pessoas foram mortas vítimas de bombardeios lançados pelo exército do Sri Lanka.
O porta-voz da ONU na capital Colombo, Gordon Weiss, afirmou que mais de 100 crianças morreram durante a "matança de civis em larga escala".
"A matança de civis em larga escala durante o final de semana, incluindo a morte de 100 crianças, mostra que o cenário de banho de sangue se transformou em realidade", afirmou.
Feridos e corpos
O médico que está na zona de guerra disse à BBC no domingo que, além dos 378 mortos, outras 1.122 pessoas ficaram feridas nos bombardeios. E mais corpos estão nas praias e perto das estradas da região.
Segundo o médico, armamentos pesados parecem ter sido disparados do território controlado pelo governo contra uma área ocupada principalmente por civis, mas controlada pelo grupo rebelde separatista Tigres de Libertação da Pátria Tâmil (LTTE, na sigla em inglês).
O exército negou que tenha bombardeado a chamada "zona segura" para civis e acrescentou que os rebeldes foram os autores dos disparos.
Os rebeldes e o exército do Sri Lanka acusam-se mutuamente de atrocidades cometidas na guerra civil, que se agravou no mês passado.Não é possível verificar as acusações, pois jornalistas estão proibidos de entrar na região.
A ONU, por sua vez, estima que cerca de 50 mil civis estão presos em uma faixa de 3 km² de terra, devido ao conflito.
O porta-voz da ONU Gordon Weiss afirmou que os dois lados, governo e rebeldes, são responsáveis pelo bem-estar de civis em áreas de seu controle, de acordo com as leis internacionais de guerra e leis internacionais humanitárias.
"Isto é exatamente o que o secretário-geral (Ban Ki-moon) tem falado. Na semana passada ele afirmou que o mundo está observando. E a razão de o mundo estar observando é que, a não ser que os Tigres Tâmeis deixem estas pessoas saírem ou se houver contenção, então é inevitável que vejamos o tipo de acontecimento que vimos durante o final de semana", afirmou.
Um porta-voz militar do grupo rebelde Tigres de Libertação da Pátria Tâmil, conhecido como Ilanthirayan, teria sido gravemente ferido durante os confrontos, segundo o site TamilNet, que apoia os rebeldes.
Segundo o Ministério da Defesa do Sri Lanka, o porta-voz ferido também era parte importante dos quadros militares do grupo rebelde.
O ministério afirmou que o segundo na escala de comando do braço marítimo do grupo separatista rebelde, identificado apenas como Cheliyan, foi morto na semana passada.
BBC Brasil - BBC BRASIL.com - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização escrita da BBC BRASIL.com.
No domingo, um médico que trabalha na zona de guerra afirmou à BBC que pelo menos 378 pessoas foram mortas vítimas de bombardeios lançados pelo exército do Sri Lanka.
O porta-voz da ONU na capital Colombo, Gordon Weiss, afirmou que mais de 100 crianças morreram durante a "matança de civis em larga escala".
"A matança de civis em larga escala durante o final de semana, incluindo a morte de 100 crianças, mostra que o cenário de banho de sangue se transformou em realidade", afirmou.
Feridos e corpos
O médico que está na zona de guerra disse à BBC no domingo que, além dos 378 mortos, outras 1.122 pessoas ficaram feridas nos bombardeios. E mais corpos estão nas praias e perto das estradas da região.
Segundo o médico, armamentos pesados parecem ter sido disparados do território controlado pelo governo contra uma área ocupada principalmente por civis, mas controlada pelo grupo rebelde separatista Tigres de Libertação da Pátria Tâmil (LTTE, na sigla em inglês).
O exército negou que tenha bombardeado a chamada "zona segura" para civis e acrescentou que os rebeldes foram os autores dos disparos.
Os rebeldes e o exército do Sri Lanka acusam-se mutuamente de atrocidades cometidas na guerra civil, que se agravou no mês passado.Não é possível verificar as acusações, pois jornalistas estão proibidos de entrar na região.
A ONU, por sua vez, estima que cerca de 50 mil civis estão presos em uma faixa de 3 km² de terra, devido ao conflito.
O porta-voz da ONU Gordon Weiss afirmou que os dois lados, governo e rebeldes, são responsáveis pelo bem-estar de civis em áreas de seu controle, de acordo com as leis internacionais de guerra e leis internacionais humanitárias.
"Isto é exatamente o que o secretário-geral (Ban Ki-moon) tem falado. Na semana passada ele afirmou que o mundo está observando. E a razão de o mundo estar observando é que, a não ser que os Tigres Tâmeis deixem estas pessoas saírem ou se houver contenção, então é inevitável que vejamos o tipo de acontecimento que vimos durante o final de semana", afirmou.
Um porta-voz militar do grupo rebelde Tigres de Libertação da Pátria Tâmil, conhecido como Ilanthirayan, teria sido gravemente ferido durante os confrontos, segundo o site TamilNet, que apoia os rebeldes.
Segundo o Ministério da Defesa do Sri Lanka, o porta-voz ferido também era parte importante dos quadros militares do grupo rebelde.
O ministério afirmou que o segundo na escala de comando do braço marítimo do grupo separatista rebelde, identificado apenas como Cheliyan, foi morto na semana passada.
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sexta-feira, 17 de abril de 2009
Bairrismo ambiental
Essa guerra em torno dos códigos ambientais ainda vai dar pano para a manga. Luiz Henrique da Silveira está conseguindo dividir a irresponsabilidade do seu governo com a população de Santa Catarina. Ao transformar o debate ecológico numa disputa de forças entre o Estado e a União, ele presta dois desserviços à comunidade catarinense. Primeiro por sancionar leis que possibilitam o retrocesso dos projetos de preservação da natureza, e segundo por discutir em “politiquês” um tema que necessita de todo o amparo técnico disponível. Quando opõe a autonomia local à “centralização arrogante de Brasília”, o governador alimenta sentimentos bairristas e, bela estratégia, recruta um exército de inocentes úteis.
Somada à falta de diplomacia de Carlos Minc, Ministro do Meio Ambiente, essa rebeldia em nome do atraso tem fortalecido a imagem de Luiz Henrique. Se até seus adversários na Assembleia Legislativa estão vociferando contra o “autoritarismo do governo federal”, o que não esperar das entidades ligadas à economia agrícola? Isso significa que o debate em torno do código não passa de mais um item da gincana eleitoral de 2010. As árvores caem, os políticos dividem os votos e os ambientalistas falam para as paredes. A propósito, por que será que os especialistas foram ignorados durante os debates que antecederam a aprovação do código?
É um erro imaginar que o pequeno agricultor será beneficiado com a oportunidade de despejar agrotóxicos ou construir chiqueiros a cinco metros dos rios. O aumento da área cultivável pode ser lucrativo nos próximos 10 anos, mas como ficará a propriedade depois? Se já está difícil hoje em dia porque – vamos admitir – nossos pais e avós trabalharam de forma predatória, por que insistir no processo? Mesmo que seja efetivado, até quando o código ambiental continuará em vigor? Que tipo de restrição as próximas gerações terão de enfrentar para permanecer na terra? Queremos plantar o vento do imediatismo para que nossos netos colham a tempestade da escassez?
Outra coisa que me intriga é a retórica espetaculosa que os deputados usaram antes, durante e depois da votação do código: “é uma data histórica”, “Santa Catarina é diferente do resto do Brasil”, “nossos pobres agricultores clamam por socorro”. Sugiro cuidado com a astúcia desse pessoal. Alguém acredita que os políticos realmente estejam preocupados com os pequenos produtores rurais? Tirando as abstenções, não houve votos contrários ao código. Como diria Nelson Rodrigues, toda unanimidade é burra!
Essa guerra em torno dos códigos ambientais ainda vai dar pano para a manga. Luiz Henrique da Silveira está conseguindo dividir a irresponsabilidade do seu governo com a população de Santa Catarina. Ao transformar o debate ecológico numa disputa de forças entre o Estado e a União, ele presta dois desserviços à comunidade catarinense. Primeiro por sancionar leis que possibilitam o retrocesso dos projetos de preservação da natureza, e segundo por discutir em “politiquês” um tema que necessita de todo o amparo técnico disponível. Quando opõe a autonomia local à “centralização arrogante de Brasília”, o governador alimenta sentimentos bairristas e, bela estratégia, recruta um exército de inocentes úteis.
Somada à falta de diplomacia de Carlos Minc, Ministro do Meio Ambiente, essa rebeldia em nome do atraso tem fortalecido a imagem de Luiz Henrique. Se até seus adversários na Assembleia Legislativa estão vociferando contra o “autoritarismo do governo federal”, o que não esperar das entidades ligadas à economia agrícola? Isso significa que o debate em torno do código não passa de mais um item da gincana eleitoral de 2010. As árvores caem, os políticos dividem os votos e os ambientalistas falam para as paredes. A propósito, por que será que os especialistas foram ignorados durante os debates que antecederam a aprovação do código?
É um erro imaginar que o pequeno agricultor será beneficiado com a oportunidade de despejar agrotóxicos ou construir chiqueiros a cinco metros dos rios. O aumento da área cultivável pode ser lucrativo nos próximos 10 anos, mas como ficará a propriedade depois? Se já está difícil hoje em dia porque – vamos admitir – nossos pais e avós trabalharam de forma predatória, por que insistir no processo? Mesmo que seja efetivado, até quando o código ambiental continuará em vigor? Que tipo de restrição as próximas gerações terão de enfrentar para permanecer na terra? Queremos plantar o vento do imediatismo para que nossos netos colham a tempestade da escassez?
Outra coisa que me intriga é a retórica espetaculosa que os deputados usaram antes, durante e depois da votação do código: “é uma data histórica”, “Santa Catarina é diferente do resto do Brasil”, “nossos pobres agricultores clamam por socorro”. Sugiro cuidado com a astúcia desse pessoal. Alguém acredita que os políticos realmente estejam preocupados com os pequenos produtores rurais? Tirando as abstenções, não houve votos contrários ao código. Como diria Nelson Rodrigues, toda unanimidade é burra!
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